Dia 29 de agosto é o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Segundo a OMS, o
tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o planeta. Seis
milhões de pessoas morrem no mundo por ano devido ao uso do cigarro.
Um terço da população mundial adulta – cerca
de 1,3 bilhão de pessoas – fuma: aproximadamente 47% da população
masculina e 12% da população feminina fazem uso de produtos derivados do
tabaco. Nos países em desenvolvimento, os fumantes somam 48% dos homens
e 7% das mulheres, enquanto nos desenvolvidos, a participação do sexo
feminino mais do que triplica, num total de 42% de homens e 24% de
mulheres fumantes.
No Brasil, pesquisa realizada recentemente pelo Ministério da Saúde, por meio do Instituto Nacional de Câncer (Inca), indica que 18,8% da população brasileira é fumante (22,7% dos homens e 16% das mulheres). Por outro lado, uma nova pesquisa constatou que a parcela da população brasileira acima de 18 anos que fuma caiu 20% nos últimos seis anos, de acordo com dados inéditos do Ministério da Saúde. A pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde aponta que 12% da população brasileira fuma, enquanto que em 2006 o índice era de 15%. Apesar da queda, a frequência maior permanece entre os homens: o número passou de 19% (2006) para 15% (2012). Entre as mulheres o índice caiu de 12% (2006) para 9% (2012).
No Brasil, pesquisa realizada recentemente pelo Ministério da Saúde, por meio do Instituto Nacional de Câncer (Inca), indica que 18,8% da população brasileira é fumante (22,7% dos homens e 16% das mulheres). Por outro lado, uma nova pesquisa constatou que a parcela da população brasileira acima de 18 anos que fuma caiu 20% nos últimos seis anos, de acordo com dados inéditos do Ministério da Saúde. A pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde aponta que 12% da população brasileira fuma, enquanto que em 2006 o índice era de 15%. Apesar da queda, a frequência maior permanece entre os homens: o número passou de 19% (2006) para 15% (2012). Entre as mulheres o índice caiu de 12% (2006) para 9% (2012).
Fonte: http://portalsaude.saude.gov.br